A paisagem é aquilo que faz a ponte entre o visível e o invisível
meu bem, deite-se, sinta o peso
do corpo contra o chão,
o peso das partes que tocam
e daquelas que permanecem suspensas
porque sustentadas por aquelas primeiras,
e sinta o peso dos nós que
tensionam o enlace de você,
mas sobretudo o peso daquilo que fica
quando o corpo se desfaz.
o toque de si contra si mesma como
objeto de amor, o rastro
de você e dos outros, as formas
de você e dos outros, o espaço
preenchido,
aquele a preencher,
aquele infinito, nunca cheio ou vazio,
e onde eles se confundem
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