Dragão voa baixo...
E de repente cada frase é real e marcada a ferro na alma de quem as pronuncia e de quem as ouve, palavras de bondade sem ação são mais vazias que o ruminar de pássaros perdidos, o ideal é infinitamente substituído por aquilo que pinta de verdade o cenário a sua frente e nem com um esforço divino você conseguiria mentir pra si mesmo sobre seus amores e seus erros.
A realidade te suga e te mantém vivo, se apresenta introvertida mas imponente, sem julgamentos ou rodeios, sendo como é e sempre pôde ser: suave ao toque e um tanto arrebatadora… você consegue com facilidade velejar pelos sensíveis sentimentos que te circundam, sentindo a singularidade em cada suspiro de alívio, lágrima de perdão ou injúria de arrependimento. O sentimento do mundo flerta com sua alma ao fita-la nos olhos e rouba toda atenção pra si.
E assim como branda pousou, a realidade se agita de novo, a vida voa pra casa ao lado e a sutileza se despede como quem cumpriu seu papel, deixando apenas a marca de quem foi visitado por esse dragão indolente; “há quem precise mais do que eu”.
A realidade te suga e te mantém vivo, se apresenta introvertida mas imponente, sem julgamentos ou rodeios, sendo como é e sempre pôde ser: suave ao toque e um tanto arrebatadora… você consegue com facilidade velejar pelos sensíveis sentimentos que te circundam, sentindo a singularidade em cada suspiro de alívio, lágrima de perdão ou injúria de arrependimento. O sentimento do mundo flerta com sua alma ao fita-la nos olhos e rouba toda atenção pra si.
E assim como branda pousou, a realidade se agita de novo, a vida voa pra casa ao lado e a sutileza se despede como quem cumpriu seu papel, deixando apenas a marca de quem foi visitado por esse dragão indolente; “há quem precise mais do que eu”.
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